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Se o projeto, que ainda será analisado pelo Senado, vier a ser transformado em lei, todas as mudanças entrarão em vigência depois de 120 dias da publicação.

O Plenário aprovou nesta terça-feira (15) o Projeto de Lei 2793/11, do deputado Paulo Teixeira (PT-SP) e outros, que tipifica crimes cibernéticos no Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40). A matéria será analisada ainda pelo Senado.

O texto prevê, por exemplo, pena de reclusão de seis meses a dois anos e multa para quem obtiver segredos comerciais e industriais ou conteúdos privados por meio da violação de mecanismo de segurança de equipamentos de informática. A pena também vale para o controle remoto não autorizado do dispositivo invadido.

Essa pena poderá ser aumentada de 1/3 a 2/3 se houver divulgação, comercialização ou transmissão a terceiro dos dados obtidos.

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No primeiro dia de vigência da Lei de Acesso à Informação, a CGU (Controladoria-Geral da União) informou que o sistema eletrônico on-line criado pelo governo para concentrar os pedidos de cidadãos recebeu 708 solicitações até as 18h.

O órgão mais acionado foi o Banco Central, com 49 requerimentos. O Ministério do Planejamento recebeu 37.

O Congresso, o Supremo e o Superior Tribunal de Justiça, o TCU (Tribunal de Contas da União) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) disponibilizaram formulários próprios para receber demandas nas suas páginas na internet.

Pela nova lei, todo cidadão pode requisitar ao Estado, ao Judiciário, ao Ministério Público e ao Legislativo da União, dos Estados e do Distrito Federal e dos municípios informações sem precisar explicar o motivo.

As respostas devem ser encaminhadas num prazo de 20 dias, prorrogável por mais dez. Os servidores que não responderem poderão sofrer sanções administrativas.

Centralizado na CGU, o e-SIC (Serviço de Informação ao Cidadão) recebe os pedidos e os remete aos órgãos. O requerente será notificado sobre respostas e prazos.

Além do e-SIC, ministérios, Presidência, Forças Armadas e estatais colocaram em funcionamento o SIC. São locais físicos para atender aos cidadãos que não queiram ou não saibam usar o e-SIC.

Fonte: Folha de São Paulo

Escrever um código fonte legível é extremamente importante, seja por que se trabalhar com uma equipe de desenvolvimento ou com softwares que estejam em constante desenvolvimento, pois muitas vezes é necessário alterar o programa que outras pessoas escreveram. Um código  fonte bem estruturado facilita o entendimento de um programa tornando-o mais claro e de fácil interpretação.

Existem várias técnicas para se ter/manter um código legível, e para quem está iniciando na programação agora talvez a mais importante seja a indentação.

A imagem abaixo apresenta o mesmo código fonte indentado e não indentado.

A indentação é um termo aplicado ao código fonte de um programa para indicar que os elementos hierarquicamente dispostos têm o mesmo avanço relativamente à posição (x,0).

Na maioria das linguagens a indentação tem um papel meramente estético, tornando a leitura do código fonte muito mais fácil (read-friendly), porém é obrigatória em outras. Python, Occam e Haskell, por exemplo, utilizam-se desse recurso tornando desnecessário o uso de certos identificadores de blocos (“begin” e/ou “end”).

A verdadeira valia deste processo é visível em arquivos de código fonte extensos, não se fazendo sentir tanto a sua necessidade em arquivos pequenos . Para qualquer programador, deve ser um critério a ter em conta, principalmente, por aqueles que pretendam partilhar o seu código com outros. A indentação facilita também a modificação, seja para correção ou aprimoramento, do código fonte.

Existem centenas de estilos de indentação, mas, basicamente, consiste na adição de tabulações no início de cada linha na quantidade equivalente ao número de blocos em que cada linha está contida.

Fonte: Nosso amigo Wikipedia.

Está marcado o VII Encontro Aberto da Acerva Gaúcha!

O evento ocorrerá no dia 26 de maio de 2012, sábado, das 12h às 17h, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, no Parque da Harmonia, em Porto Alegre.

Os participantes terão a oportunidade de degustar dezenas de cervejas artesanais caseiras e de microcervejarias, além de um excelente churrasco.

Já está a venda o primeiro lote de convites, com desconto, até 19 de maio (sábado), no valor de R$70,00 (masculino) e R$50,00 (feminino). A partir do dia 20 de maio, os valores serão R$80,00 e R$60,00, respectivamente.

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Aqui vai mais um trabalho desenvolvido durante a minha graduação em Segurança da Informação na Unisinos. Este trabalho fo desenvolvido para  a disciplina de Projeto de Redes Seguras miistrada pelo Professor Jeferson Prevedello. Os alunos envolvidos foram: Fausto Levandoski, Ivi Carniel, Jones Jardel, Odelar Fernando Oliveira, Vanessa Fernandes, Vitor Hugo Marques.

Os principais tópicos abordados neste projeto são os seguinte:

1. Disponibilidade e Redundância
2. VPN
3. Virtualização
4. Dispositivos de Segurançca
5. Segurança redes sem fio
6. Monitoramento
7. Log e Correlação de Logs
8. Segurança em estações de trabalho
9. Autenticação Integrada
10. Armazenamento de dados
11. Backup
12. Política de Segurança da Informação

Projeto_redes_seguras-Medcare

MS-Dos, PCTools, Parks, Sidekick, Dbase III Plus, Win 3.1, COBOL, HD, Floppy, Disquete, Pascal, Clipper, VB, Delphi, Kilyx, Mumps, Caché, HP-UX, SCO Unix, Windows NT, Windows 95, Windows 98, Windows ME,  Basic, QBasic, Doom, Doom 2, Duke Nuken, Wolf 3D, Perl, PHP, Paradox, FoxPro, FoxBase, Sql Sever, Postgree, MySql, Sun Solaris, Suse, Conectiva, Start Office, NE 2000, PCI, NIS, Cabo Coaxial, terminador, Apache, IIS, Personal Web Server, Squid, ISA 2000, ISA 2004, IpTables, AGP, Trident 9680 2MB de memória, Memória SIM, DIM, EDO, DDR, DDR2, DDR3, ECC, PC-XT, Amiga, 286, 386, 486, 586, K6 II, PcChips, AMD, Intel, MMX, Pentium II, Petinum III, Pentium IV, Celeron, Duron, Atlton, HT, RAID, BigFoot, IDE, Sata, SAS, Cabo Paralelo, COM1, COM2, US Robotic, Modem 9600, 33600 56k, IRC, Mirc, #Poa do Via RS, Brasnet, BrasIRC, MBR, ICQ, MSN, ActiveList, Firewall, DNS, IDS, Snort, Threads, Socket, C, C++, Java, Itil, Cobit, Governança, PMBok, UML, Orientação a objetos, Programação Procedural, F-prot, Nav, Ghost, Wordstar, Word 2.0, Corel 3, Banner 3d, Quake, IDDQD, IDKFA, IDCLIP, IML, Scandisk, Defrag, Chkdsk, Dosshell, Cp 500, Disquelte de 8 pol, Fita DAT, Sound Blaster, Creative, Dive de cd de 2x, IPX/SPX, Netbeui, TCP/IP, Love Letter, Two Cows, Cade, Disquete de 3 1/5, Disquete de Alta Densidade e Baixa Densidade, Quake II, Conexão Discada, Pulso único, Napster, Kazaa, Emule, Torrent….

Posso ficar a noite toda listando programas, tecnologias, jogos, sistemas, senhas, macetes que aprendi/utilizei durante os quase 20 anos na área de informática que ainda assim não chegaria ao fim da lista. Acho que estou ficando velho, sou quase um dinossauro da informática.

ONU procura jovens empreendedores sociais nas áreas de tecnologias de informação e comunicação

A ITU (União Internacional de Telecomunicações, em inglês), ligada à ONU (Organização das Nações Unidas), está à procura de jovens empreendedores sociais com idade entre 18 e 25 anos.

Para isso, abriu inscrições até 1º de julho para o Concurso Jovens Inovadores, que tem como tema “Inovação para o Desenvolvimento da Juventude” e procura projetos ou conceitos que aproveitem o potencial das tecnologias de informação e comunicação.

Os trabalhos precisam estar em uma das oito áreas definidas pela organização: Segurança Cibernética, Educação, Empoderamento das Mulheres, Sustentabilidade Ambiental, Assistência Médica, Direitos Humanos, Transparência e Emprego dos Jovens.

Podem ser apresentados desde conceitos bem documentados até operações em andamento que já tenham resultados iniciais. Serão selecionadas 12 propostas com maior impacto social e maior potencial empresarial.

Os 12 selecionados poderão participar da “ITU Telecom World 2012″, principal evento de criação de redes e intercâmbio de conhecimento, que acontece de 14 a 18 de outubro, em Dubai (Emirados Árabes Unidos).

Os autores dos trabalhos vencedores também receberão um prêmio em dinheiro de até 10 mil francos suíços (cerca de R$ 20 mil) para realizar seus projetos.

Terão ainda acesso à rede de tutores de apoio contínuo por mais de um ano, serão convidados a participar da comunidade ativa de jovens inovadores e a fornecer atualizações regulares sobre o andamento de suas propostas.

Mais informações em http://www.itu.int/en/Pages/default.aspx

Reportagem interessante do blog “Para entender Direito” dá folha, vale a pena dar uma lida.
Pesquisa bem interessante  e com resultados ainda mais interessantes: a empresa de segurança digital Symantec ‘perdeu’ propositalmente 50 iPhones nos EUA em um projeto chamado Honey Stick, para ver qual seria a reação de quem os achava.Os resultados:

  • Em 96% dos casos, quem achou, tentou acessar algum dado;
  • 89% tentou acessar dados pessoais;
  • 83% tentou acessar dados corporativos;
  • 72% tentou acessar o arquivo ‘fotos privadas’;
  • 70% tentou acessar dados corporativos e privados;
  • 68% tentou acessar os dados mesmo antes de levar o telefone consigo;
  • 66% tentou acessar aplicativos nas quais a senha havia sido salva pelo usuário;
  • 60% tentou acessar e-mails pessoais;
  • 57% tentou acessar senhas salvas;
  • 53% tentou acessar um arquivo com nome ‘Salários RH’;
  • 43% tentou acessar aplicativos bancários;
  • 5% não mexeram no celular depois de uma semana.

Apenas a metade dos que acharam tentaram entregar os aparelhos de volta ao verdadeiro dono.

Entre os telefones que tiveram dados acessados, o acesso acontecia, normalmente, em menos de uma hora a contar do momento em que o telefone foi abandonado pelos pesquisadores.

Para lembrar, um em cada cinco adolescentes já usou esses mesmos telefones (tão fáceis de perder e que atraem tantos curiosos) para enviar fotos comprometedoras suas.

Óbvio que 96% das pessoas não são criminosas (no fim, metade tentou devolver os aparelhos). Ao menos não no sentido de saírem de casa prontas para cometerem um crime. Mas 96% delas são curiosas e acabam cometendo o crime. E é aí que está um dos grandes problemas com nossa segurança eletrônica: como a vítima está do outro lado do teclado, é fácil desumaniza-la. Invadir a conta bancária de alguém parece menos violento do que abrir seu cofre, e atacar alguém online parece menos violento que pixar sua casa.

Boa parte dos ataques de hackers acontece não com intenção criminosa, mas por pura curiosidade: ‘será se sou bom o suficiente para invadir esse sistema?’ ou ‘o que tem lá dentro?’. Mas as consequências são basicamente as mesmas: o crime é cometido e o dano causado. Às vezes danos piores do que aqueles da ‘vida real’. Você provavelmente tem menos dinheiro no cofre do que em sua conta, e uma foto comprometedora divulgada na internet será vista por dezenas de milhões de pessoas e ficará para sempre.

Objetivo

O objetivo da analise de risco é qualificar o impacto, relacionando com a probabilidade, quando afetado uma ou mais das propriedades do(s) ativo(s). A análise torna possível mensurar quais os riscos que devem ser tratados e priorizando de modo que sejam aceitáveis e/ou gerenciados, para a operação de negócio.

Descrição

Na análise de risco é realizado um levantamento das ameaças e vulnerabilidades do ambiente. As informações resultantes deste levantamento são correlacionadas com os ativos de informação da empresa, onde são analisados os riscos possíveis a cada ativo e o valor (financeiro ou não) que este risco representa para a empresa.

Basicamente existem dois métodos que podem ser utilizados para executar a análise de risco: quantitativo e qualitativo. Nessa analise será utilizado, o qualitativo que significa que ao invés de serem utilizados valores numéricos para estimativa do risco, serão utilizados termos como: baixo, médio, alto ou muito alto.

O resultado na análise de risco fornece informações estratégicas que possibilitam a definição de um limite entre os investimentos em segurança e os riscos aceitáveis. Dentre os principais conceitos, podem ser citados:

Ameaças: agentes ou condições dispostos a explorar vulnerabilidades para geração de incidentes. Ex.: funcionários insatisfeitos, enchentes, temperatura, ex-funcionários, concorrentes;

Vulnerabilidades: falhas existentes em tecnologias, ambientes, processos ou pessoas. Ex.: falta de treinamento de funcionários, bug em software, falta de manutenção de hardware, falta de extintores de incêndio;

Impacto: determinar qual o grau de prejuízo da empresa se determinado ativo da informação tornar-se indisponível, público ou não confiável (sem integridade);

Estratégia: ação a ser tomada após a identificação e avaliação do risco.

Critérios

CID: Propriedade básica da segurança da informação. Que são: confidencialidade, integridade e disponibilidade. A primeira é a garantia de que o que foi dito, escrito ou falado será acessado somente por pessoas autorizadas. A segunda é a garantia de que a informação não foi alterada de forma indevida ou não-autorizada. Já a última é a garantia de que a informação estará sempre disponível quando necessário.

Probabilidade: Probabilidade de um evento ocorrer, que será estimada qualitativamente, de acordo com documento mencionado.

Cálculo do Risco: Na análise de riscos, foi utilizada a seguinte fórmula:

Fórmula: R = (Soma CID) x Valor Probabilidade 

Cálculo do Impacto: Ao se somar os valores do CID obtêm-se o Impacto, que é medido através da seguinte escala abaixo:

• BCP – Business Continuity Plan
• DRP – Disaster Recovery Plan
• BIA – Business Impact Analysis
• RTO – Recovery Time Objective
• RPO – Recovery Point Objective
• MTO – Maximum Time Outage
• MTBF – Mean Time Between Fail
• MTTR – Mean Time To Repair
• WRT – Work Recovery Time
• PCN = PAC + PCO + PRD
• GR – Gestão de Risco
• PDCA – Plan – Do – Check – Act
• DRII – Disaster Recovery Institute International
• BCI
• BCM 

Eita que a cadeira de GCN – Gestão da Continuidade de Negócio tá dando um nó na cabeça com tantas siglas assim. Mas vamos que vamos, final do ano tá quase aí e a formatura também.

 

Essa eu não pude deixar de postar.

Que Robin fosse gay vá lá, mas o Batman?

 

“Batman é muito, muito gay”, afirma o roteirista Grant Morrison

 

Roteirista das histórias em quadrinhos do Batman na DC Comics, Grant Morrison disse em entrevista à revista “Playboy” americana que o homem-morcego é gay.

“Não estou usando gay no sentido pejorativo, mas Batman é muito, muito gay”, afirma Morrison, “Não há como negar. É óbvio que enquanto personagem ele é heterossexual, mas a base de todo o conceito é absolutamente gay”.

Segundo o roteirista, é por isso que todo mundo gosta do Batman. E isso também explica o porquê de o super-herói preferir sair com o parceiro Robin a dar mole para as garotas que se jogam aos pés dele.

“Todas as mulheres o querem e usam roupas provocantes, e ficam pulando de telhado em telhado para alcançá-lo. Mas ele não está nem aí: prefere sair com o cara velho e o jovenzinho”, conclui Morrison.

Fonte: site da Folha de São Paulo.

Gambiarra deve ser utilizada como paliativo para resolver um problema muito urgente,  quando se tem que apagar um incêndio ou para resolver algo muito grave que não possa esperar pela solução adequada pois bem, pensando nisso depois vou postar a solução do post abaixo sem o POG.

Aguardem!

Estou mais um semestre envolvido com a monitoria da disciplina de estrutura de dados em C++, mas neste semestre me deparei com um problema que somente a metologia POG (Programação Orientada a Gambiarra) poderia me salvar.

Basicamente o problema eram os atributos declarados na classe pai que eram herdados pelas classes filhas. Na classe pai eram declarados alguns métodos abstratos que seriam implementados nas classes filhas para manipulação dos atributos. Bem, não preciso dizer que isso não funcionou porque um método abstrato precisa ser declarado como “const” e isso impossibilita a manipulação dos atributos dentro dele.. A saída foi declarar uma variável auxiliar para receber os dados armazenados no atributo e usá-la como retorno do método para depois, no programa principal, chamar outro método para atualizar o atributo que não podia ser manipulado na classe filha. POG na véia. Uma volta do tamanho do mundo para resolver uma besteira.

Talvez alguns estejam se perguntando porque usar método abstrato? Bem isso fazia parte do trabalho dado pelo Prof. Leandro Tonietto.

Já que tive que utilizar a metologia POG segue a descrição da mesma logo abaixo. Vale a pena ler.

Metologia POG

A POG — Programação Orientada a Gambiarras ou WOP — WorkaroundOriented Programming é um paradigma de programação de sistemas de software que integra-se perfeitamente a qualquer grande padrão de programação atual.

É uma evolução natural do uso do Programa Bacalhau, também conhecido como ATND — Artifício Técnico Não Documentado —, e vem da antiga expressão brasileira “Para quem é, bacalhau basta” (época em que o peixe seco ainda era barato). Programadores preocupados em usar buzzwords utilizam o termo workaround para impor respeito.

Para que um desenvolvedor possa exercer a Programação Orientada a Gambiarras, são necessários alguns fatores específicos, facilmente encontrados em ambientes de desenvolvimento. Reunidos, esses fatores transformam o programador em gambiarrizador, espécie mais evoluída.

O Método MacGyver

É um avançado método de criação de sistemas no qual o programador (ou gambiarrizador), de posse de recursos e informações limitadas, consegue desenvolver um complexo sistema por completo e em questão de horas. O método recebe esse nome pois, fazendo-se um comparativo com o mundo cotidiano, é equivalente a pegar um sabonete, um clipe e um chiclete e, com esses ingredientes, construir uma bomba atômica, metodologia exaustivamente utilizada por MacGyver. Sua principal característica é a de ser infalível, não importando as condições e o tempo disponível. O Método MacGyver é indispensável em qualquer projeto POG.

LONE WOLF

Também conhecido por Highlander (só pode haver um), esse é a boa e velha “classe-faz-tudo”. O sistema todo está concentrado numa “classe procedural” que faz tudo, geralmente usando o padrão Static Spree.

Depois de algum tempo off, retomo hoje a publicação de  um dos trabalhos efetuados para a disciplina do Forense Computacional, ministradada pelo Professor Paulo Neukamp na Unisinos.

O trabalho em questão trata da confecção de um laudo pericial referente a uma Investigação de fraude computacional e foi desenvolvido por mim e pelo colega Douglas Secco.

O trabalho pode ser acessado aqui: 

 

Laudo forense.pdf

Sobre o Album The Wall

The Wall é o décimo primeiro álbum de estúdio da banda inglesa de rock progressivo Pink Floyd. Lançado como álbum duplo em 30 de Novembro de 1979 ele foi, posteriormente, tocado ao vivo com efeitos teatrais, além de ter sido adaptado para o cinema.

Seguindo a tendência dos últimos três álbuns de estúdio da banda, The Wall é um álbum conceitual, tratando de temas como abandono e isolamento pessoal. Foi concebido, inicialmente, durante a turnê In the Flesh, em 1977, quando a frustração do baixista e letrista Roger Waters para com seus espectadores tornou-se tão aguda que ele se imaginou construindo um muro entre o palco e o público.

The Wall é uma ópera rock centrada em Pink, um personagem fictício baseado em Waters. As experiências de vida de Pink começam com a perda de seu pai durante a Segunda Guerra Mundial, e continuam com a ridicularização e o abuso de seus professores, com sua mãe superprotetora e, finalmente, com o fim de seu casamento. Tudo isso contribui para uma auto-imposta isolação da sociedade, representada por uma parede metafórica.[2]

O álbum contém um estilo mais duro e teatral do que os lançamentos anteriores do Pink Floyd. O tecladista Richard William Wright deixou a banda durante a produção do álbum, continuando no processo como um músico pago, apresentando-se com o grupo na turnê The Wall. Comercialmente bem-sucedido desde o seu lançamento, o álbum foi um dos mais vendidos de 1980, vendendo mais de 11.5 milhões de unidades nos Estados Unidos[3], atingindo a primeira posição da Billboard.A revista Rolling Stone listou The Wall na 87ª posição em sua lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos.

The Wall – o Filme

Pink Floyd The Wall é um filme em live-action/animação musical produzido no ano de 1982 pelo diretor britânico Alan Parker, baseado no álbum The Wall, da banda Pink Floyd. O roteiro foi escrito pelo vocalista e baixista da banda, Roger Waters, e possui poucos diálogos, sendo mais metafórico e movido pelas músicas de fundo sendo interpretadas e sequências de animação, dirigidas pelo cartunista político Gerald Scarfe. Apesar de Waters ter cogitado para o papel do protagonista do filme, o músico e ator Bob Geldof, da banda punk The Boomtown Rats, estrela como o roqueiro frustrado Pink.

O filme é encarado por muitos como um mega videoclipe, já que apenas duas das músicas que existem no disco não foram para o filme: “Hey You” (que mais tarde apareceu como material extra no DVD do filme) e “The Show Must Go On”. Mas outros encaram como um musical, o que não pode ser bem verdade já que apenas duas músicas são realmente cantadas: “Stop” e “In The Flesh” enquanto as outras são apenas versões de estúdio das músicas do álbum.

História

Pink é um roqueiro, uma das causas para seu comportamento depressivo. Pink começa o filme em um quarto de hotel que ele acabou de devastar, ao som de Vera Lynn cantando “The Little Boy that Santa Claus Forgot”. Revela-se na cena seguinte que o pai de Pink morreu na Segunda Guerra Mundial (“When the Tigers Broke Free”, Parte 1) – referência a Eric Fletcher Waters, o pai de Roger Waters, que morreu na Itália, durante a Batalha de Anzio em 1944. Pink começa a se ver como um ditador, cenas de tumulto e da Segunda Guerra. (“In The Flesh?”) Segue a infância de Pink nos anos 50, (“The Thin Ice”) com ele questionando a ausência de seu pai (“Another Brick In The Wall (Part I)”) até aprender que este morreu na guerra (“When the Tigers Broke Free”, Parte 2) (“Goodbye Blue Sky”). Na escola, é humilhado por compor poemas (“The Happiest Days Of Our Lives”) – as letras de “Money”, de The Dark Side of the Moon – e começa a pensar em se rebelar (“Another Brick In The Wall (Part II)”). Também sofre com sua mãe superprotetora (“Mother”). Pink cresce, se torna um astro de rock e, sem suportar a pressão, cai em depressão. Passa então a negligenciar a esposa,que se envolve com outro homem, e Pink se vinga comprando posses caras (“What Shall We Do Now”), e levando uma groupie para seu quarto. (“Young Lust”) Eventualmente esta vai embora após Pink surtar e destruir seu quarto. (“One Of My Turns”)

Pink começa a enlouquecer (“Don’t Leave Me Now”)(“Another Brick In The Wall (Part III)”)(“Goodbye Cruel World”), eventualmente raspando todos os pelos do corpo (“Is There Anybody Out There?”) – referência a Syd Barrett, ex-membro da banda que apareceu nas gravações de Wish You Were Here sem sobrancelhas e pelos – e após tentar se reconectar a seu passado (“Nobody Home”) começa a se ver como um ditador Neo-nazista ao assistir The Dam Busters (“Vera”) (“Bring the Boys Back Home”). O empresário de Pink, junto com o gerente do hotel e alguns paramédicos, descobrem Pink e injetam drogas nele para que este possa se apresentar. (“Comfortably Numb”) As drogas levam Pink a alucinar, imaginando ser um ditador, seu show uma manifestação. (“In The Flesh”) Pink manipula a platéia e usa seu poder para que a platéia siga em frente e “limpe o mundo dos males das sociedades”, e seus seguidores atacam minorias étnicas e estupram a namorada branca de um negro. (“Run Like Hell”) Pink faz uma apresentação cantando enquanto martelos em passo de ganso andam sobre Londres. (“Waiting for the Worms”)

Então Pink tem um colapso (“Stop”), e vai para um banheiro onde recita poemas (que mais tarde se tornaram as canções “Your Possible Pasts” de The Final Cut e “5:11 AM (The Moment Of Clarity)” do álbum de Roger Waters The Pros and Cons of Hitch Hiking). Pink declara-se cansado de viver assim e pede para voltar a ser quem era antes. Segue-se então um julgamento na sua mente, onde ele encara seu passado. Pink é uma pequena boneca que mal se move, o juiz é um par gigantesco de nádegas, o advogado é uma figura alta e ameaçadora. Mãe, esposa e professor (este último, uma marionete) depõem contra ele, e a sentença do juiz é que cesse seu isolamento do mundo externo. (“The Trial”) O muro se destrói, e crianças caminham na rua entre seus destroços. (“Outside the Wall”) O filme trata da construção de um muro metafórico, que se trata de isolamento e alienação.

Fonte: Wikipedia

Segundo informação no site oficial da produtora Hits Entretenimento estão esgotados dois setores para o show de Roger Waters em Porto Alegre: cadeira descoberta (esgotados logo no início das vendas), que custava R$ 180 e cadeira coberta (esgotados no final de fevereiro), no valor de R$ 280. Ainda há bilhetes para cadeira perpétua (R$ 100), anel inferior (R$ 240), pista (R$ 240) e pista premium (R$ 500).

Dia 25/03 em Porto Alegre, RS
Estádio Beira-Rio – Av. Padre Cacique, 891 – Bairro Praia de Belas. Show: 22h.

Ingressos

Cadeira Perpétua – R$ 100,00
Cadeira Descoberta – R$ 180,00 (ESGOTADO)
Anel Inferior – R$ 240,00
Pista – R$ 240,00
Cadeira Coberta – R$ 280,00 (ESGOTADO)
Pista Prime – R$ 500,00 (Novo lote)

Descontos

50% de desconto para idoso, mediante apresentação de documentação, no ato da compra e no acesso ao evento.

Censura

Não será permitida a entrada de menores de 12 anos.
12 e 13 anos, permitida a entrada desde que acompanhados de pais ou responsáveis.
14 anos, desacompanhados.

Pontos de Venda

Loja Multisom – Rua dos Andradas, 1001
Seg. a Sexta-feira, das 11 às 19h,
Sábado, das 9h às 17h.
Sem taxa de conveniência.

CALL CENTER / TELENTREGA:
4003-5588 «Tickets For Fun»
Entrega em domicílio, de seg. a sábado, das 9h às 21h.
Com taxas de conveniência e de entrega.

INTERNET: *
http://www.ticketsforfun.com.br
Com entrega em domicílio.
Com taxas de conveniência e de entrega.

* Clientes Citibank, Credicard, Diners que comprarem via internet, serão isentos de taxa de entrega.

Clientes do cartão de crédito MasterCard podem optar pela tecnologia MasterCard ShowPass, no qual o cartão vira ingresso. Mais informações no site: www.mastercardshowpass.com.br.

*Vendas limitadas a 06 ingressos por pessoa.

Roger Waters, um dos fundadores e principal compositor de uma das bandas de rock progressivo mais importantes de todos os tempos, Pink Floyd, leva sua obra-prima, The Wall, em uma turnê que passa primeiro pela Austrália e Nova Zelândia, antes de desembarcar no Chile, Argentina e, finalmente, Brasil.

A produção ao ar livre de The Wall na América do Sul será em uma escala nunca antes vista pelo público. Pela primeira vez em toda a turnê, os shows acontecerão em estádios. Waters desenvolveu também imagens dinâmicas para ilustrar a história e as canções, tudo isso com um muro com mais de 137 metros de largura, que forma um telão.

Escrito e produzido por Roger Waters, The Wall foi apresentado pela primeira vez ao vivo pelo Pink Floyd em 1980, e ainda conta com todos os efeitos especiais criados por ele, incluindo as imagens originais de Gerald Scarfe, o avião batido, o som quadrafônico, pirotecnia, bonecos infláveis gigantescos, porco voador, além de uma tecnologia de projeção mais recente, mapeamento de vídeo e muitos efeitos elaborados.

O momento mais especial do show é o Fallen Loved Ones, onde fotografias e histórias de pessoas que perderam suas vidas em guerras, incluindo o pai de Roger Waters, Eric, são apresentadas no telão, em uma homenagem e também um protesto contra os combates militares ao redor do mundo. Entre os homenageados está o brasileiro Jean Charles de Menezes, morto no metrô de Londres em 2005.

A turnê norte-americana de The Wall em 2010 foi a mais lucrativa em arenas fechadas em todos os Estados Unidos no ano passado (arrecadou 89,5 milhões de dólares em 56 shows, sendo sete esgotados em Nova York e cinco em Los Angeles). A perna européia da turnê também foi tão bem sucedida quanto à americana, com 64 shows já realizados este ano, em apresentações esgotadas como os seis shows na O2 Arena, em Londres, onde a performance contou com a presença dos ex-membros David Gilmour e Nick Mason, para delírio dos fãs e críticos.

Antes da turnê de 2010, The Wall foi realizada ao vivo pelo Pink Floyd apenas 29 vezes entre 1980 e 1981, como parte de divulgação do álbum. O próximo show só foi acontecer em Berlin, em julho de 1990, onde Roger Waters celebrou a queda do muro de Berlim em uma performance que atraiu quase meio milhão de fãs à Potsdamer Platz.

The Wall recebeu dois prêmios da prestigiada Pollstar Music Industry Awards em Los Angeles, nas categorias “Maior Turnê de 2010” e “Produção de Palco Mais Criativa”.

Originalmente lançado em novembro de 1979 e tocado pela primeira vez ao vivo em 1980, The Wall foi o álbum mais vendido daquele ano e ainda está entre os cinco discos mais vendidos de todos os tempos nos EUA. Também se tornou filme, dirigido por Alan Parker, com roteiro de Roger Waters, lançado em 1982.

ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE THE WALL

• Largura da parede: 137 metros de largura; 11 metros de altura; 5,5 metros de profundidade
• Número de tijolos: 424
• Número de tijolos que serão usados na turnê (todos os tijolos são reciclados e serão re-reciclado após o uso)
• 3.000 tijolos para turnê nos EUA e turnê européia.
• Tempo para construir o muro do cenário: 45 minutos do primeiro ao último tijolo
• Alto-falantes:172 (incluindo surrounds e monitores)
• Moving lights: 82
• Projetores: 23
• Comprimento / largura da projeção da parede: 73 metros de largura x 7,5 metros de altura
• Altura dos infláveis: Professor – 9 metros; Esposa – 9 metros; Mãe – 10 metros



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